terça-feira, agosto 16, 2005

Ausência

A pergunta que se fazia no trabalho era como conseguia ficar ausente do processo histórico que ocorria, do momento politico que o país viveu e vive. Como, sendo um ser pensante e preocupado com questões politicas - humanas, poderia realizar um trabalho "en passant", sem contribuir com uma discussão dos valores sociais deste país?
E, ser pensante que era, determinante da História, subtraia. De si seus valores, dos demais por não contribuir, por legitimar o que questiona.
Subtraia. Se ausentava.


Uma musiquinha na cabeça:
" E a gente vai levando, a gente vai levando a vida..."


E em época de copa:
"VIVA O BRASIL"

4 comentários:

  1. E a pergunta que sempre rondou as minhas certezas e dúvidas foi como tantas pessoas comprometidas com os momentos históricos podiam ser tão displicentes com o emocional daqueles que estavam perto delas. Como podiam se preocupar com alguém que não conheciam e defender uma causa sem, sequer, questionar os próprios sentimentos e o que provocavam no coração, símbolo tão desgastado de amor,daqueles com quem conviviam diariamente? As teorias podem ser sedutoras, mas somente a prática das atitudes simples e de escolhas banais comprovam ou desmentem os teóricos de todas as épocas. Será que Marx teria escito O Capital se tivesse que cuidar de seus filhos?

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  2. E será que eu, você faremos alguma difrença?


    Pelo menos em minha vida, você, já o fez...
    Beijos, R. L.

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  3. Essa politica escacaradamente vulgar, essa verdade displicente e coloquial colocada de supetão pela imposição e nós como vemos essa situação? Em que lado se fixa a mente, de quem em ninguem e em nada mais acredita?



    viva o Brasil! ahahah

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